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O reggae não é pra se ouvir é pra se sentir, quem não o sente não o conhece. (Bob Marley)

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segunda-feira, 12 de junho de 2017

Projeto Reggae na Fonte

Nas vésperas do Dia dos Namorados, os casais e amantes do Reggae tiveram um ótimo motivo para comparecer a Fonte do Ribeirão no Centro de São Luis, onde puderam apreciar o melhor do Reggae com a apresentação da Banda SoulReggae,  com um repertorio vasto e uma interpretação magnifica levando todo o publico a agitação.
No repertorio a banda tocou músicas de Charlie Brown Jr, Soja, Cidade Negra, Gramps Morgan, Natiruts, mostrando ser muito eclético sempre na pegada Reggae.


A SoulReggae tinha no seu elenco:

Leo Vander (Ex Kazamata)- Bateria
Pedro Müller - Baixo
João Aspira  (Ex Raiz Tribal) - Teclado
Mario Praseres (Ex Kazamata) - Guitarra
Paulo Moura - Percussão
Branco Aik - Vocalista

Outro ponto muito bom desse projeto é o ambiente além de ser em um dos ponto turísticos e histórico mais importantes de São Luis, o publico teve a confortante brisa do mar, que misturado ao som envolvente do reggae deixou tudo maravilhoso, fazendo jus ao apelido de "Jamaica Brasileira".

Confira alguns momentos do evento:

Banda: SoulReggae    Foto:Autoral
Foto: Autoral


Foto: Autoral

Foto: autoral

Foto:Autoral

Foto: Autoral

Foto: Autoral

Foto: Autoral



segunda-feira, 14 de novembro de 2016

OMR se apresenta na 10ª edição da Feira do Livro em São Luis-MA

Com uma apresentação esplêndida a Orquestra Maranhense de Reggae - OMR fechou a noite de domingo (13/11) sendo aplaudida de pé e com publico pedindo Bis.
A apresentação fez parte da programação da 10ª Feira do Livro 2016 no Palco Felis na Pç Nauro Machado, e tem como diferenciais o envolvimento de outras artes como o teatro, música, dança, enriquecendo ainda mais esta edição da FELIS.
Um detalhe chamou bastante atenção, a interação e participação do público com a OMR foi tão intenso que ao termino da apresentação os pedidos de BIS foram imediatos, o fato se dar pela paixão e e acolhimento de uma cultura que já se faz presente no cotidiano do maranhense, mostrando o seu crescimento entre as classes sociais  no MA.
Em breve traremos uma matéria especial sobre a OMR aqui no R.R.SLZ, acompanhe alguns momentos desta grande apresentação.

* Os videos com a apresentação estarão na pagina vídeos do blog, e na nossa pagina do Facebook: ReggaeRootsSLZ 


O projeto OMR conta com uma seleta formação de músicos

Trompete: Fortes Soares,
Trombone: Adriano Cortez
Sax alto: Celso Bastos
Sax tenor: Davi Neves
Sax barítono: Magno
Teclados: João Vitor (aspira)
Guitarra: Eduardo
Baixo: Simplício
Bateria: Marcel Pereira
Vocal: Mirna Farias



Contatos OMR:
(98)99602-9733
(98)98770-2521
(98)98118-7816
(98)98246-9573










quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Marcia Griffiths - Holding You Close



Essa música de imensa expressão, interpretada pela marcante voz de Marcia Griffiths, que na minha opnião já posso colocar entre as dez melhores na minha Play List.
Recém lançada no álbum "Smile Jamaica" em 10/06/2016, onde encontra-se outros grandes nomes do reggae, álbum produzido por (Silly Walks Discotheque).

Canção original produzido por Paul Zasky & Robbie Ost for Dubble Standard at Go East Studios, Vienna.
Remixada por: Silly Walks Discotheque & Jr. Blender.
Mixado por: Philip Jr. Blender“ Meckseper, overdubs by Jo von
Flauta: Johannes Jo von H“ Hirt
Vocais gravados Marcia‘s Home Studio, Kingston
Masterizado por: Stefan „Steff“ Flad at Red Kitchen, Hamburg. Courtesy of Echo Beach Records.


quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Dia dos Pais! com a grife Nêga Maluka

As melhores novidades acontecem quando a gente menos espera, 
por isso, presenteie seu Pai em Dobro. 
#PROMOÇÃOMALUKA
#DIADOSPAIS NÊGA MALUKA
 A GRIFE OFICIAL DO REGGAE. (98) 98750-0834


terça-feira, 2 de agosto de 2016

Especial Bandas - Raiz Tribal




Todos sabemos o quanto nós maranhenses gostamos de reggae, esse gosto é tão grande que essa cultura já está enraizada em nosso dia a dia. O resultado não poderia ser outro somos considerada a “Jamaica Brasileira”, e com isso muitos admiradores foram sendo conquistados por esses sons . Nos dias atuais são diversos os modos em que se demonstram essa paixão, radiolas, bandas, produção independentes, shows internacionais, etc...
Dessa forma começam a surgir bandas que com o tempo vão  ganhado reconhecimento dentro e fora do estado, e hoje mostraremos um pouco da historia da banda Raiz Tribal.

Gill Enes e Keké Enes
Raiz Tribal tem como herança a paixão pelo reggae vinda de uma das principais bandas de reggae do país, a maranhense Tribo de Jah. Gill Enes e Keké Enes são filhos de Netto Enes (guitarrista e vocalista da Tribo de Jah), Leo Rabelo é filho de Aquiles Rabelo (baixista e vocalista da Tribo de Jah) e pra fechar o time de feras Felipe Moreno é filho de Nengo Vieira (um dos maiores nomes do reggae da Bahia).
De pai para filho e depois para os palcos à fora assim foi a tragetória da banda que existe há 14 anos, começaram tudo em São Paulo fazendo o caminho de volta para não perderem os laços com a cena musical maranhense.

Mesmo com o DNA da Tribo de Jah a Raiz Tribal nesses 14 anos de carreira conquistou a própria identidade, tocou ao lado de bandas e cantores nacionais (Cidade Negra, Tribo de Jah, Natiruts, Chimarruts, O Rappa, Marcelo D2, Nando Reis, Humberto Guessinger...) e internacionais consagrados (Andrew Tosh, Tarrus Riley, Inner Circle...) foi banda de apoio pra nomes de peso como Toni Garrido (Cidade Negra), Fauzi Beydoun (Tribo de Jah), Rafa Machado (Chimarruts), Ras Sparrow, Eric Donaldson (Lenda do reggae mundial) e a eleita melhor cantora de reggae do mundo em 2015, Etana, ganhando assim ainda mais reconhecimento e admiração de quem toca reggae no país.
A banda lançou em 2012 o 3º CD e escolheu a capital para gravar esse projeto que é uma homenagem aos mais de 400 anos de São Luís.
(2005) Reggaeraggarootsskadu

Discografia
(2001) Sintonia (Gravado em Guarulhos/ SP)
(2005) Reggaeraggarootsskadub (Gravado em São Paulo/ SP)
(2012) Novas Trilhas







Novas Trilhas é o nome do 3º disco no qual o repertório foi escolhido a dedo para compor junto a participações especiais uma homenagem aos mais de 400 anos de São Luís. Novas Trilhas conta com grandes nomes da música brasileira assim como Zeca Baleiro na faixa "A Ilha" (música em homenagem a São Luís), Fauzi Beydoun da Tribo de Jah na faixa "Quando o São João Chegar" (releitura da música de autoria do mesmo que se refere a cultura regional e ao estado do Maranhão), Nengo Vieira na faixa "Terra Prometida", músicos da extinta banda Mano Bantu - Moisés Mota (bateria), Jesiel Bieves (teclados) e Celso França (percussão), Israel Dantas (guitarra) de Rita Ribeiro, Jamilson Trindade (vocal) da banda Capital Roots, João Paulo (baixo) e Edson Bastos (guitarra) da banda Legenda e Netto Enes (guitarra) da Tribo de Jah. A gravação deste CD nasce da consciência dos membros da banda Raiz Tribal, que perceberam que é fundamental e necessário compartilhar e registrar uma pequena parte da contribuição artística cultural do nosso estado.

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Feliz dia da Mulher Negra Latino-Americana

Parabéns a todas as mulheres negras, que todas possam ser reconhecidas não só hoje mais todos os dias, todos os dias voçês nos enchem de orgulho, felicidade, amor e carinho.......


quarta-feira, 20 de julho de 2016

Peter Tosh - Lendas do Reggae



NASCIMENTO

Nascido em uma comunidade pobre de Westernmost, Winston Hubert McIntosh - mais conhecido como Peter Tosh - nasceu em 19 de outubro de 1944. Aos 15 anos se mudou para Kingston, capital da Jamaica, onde não demorou muito e conheceu Bob Marley e Bunny Wailer (1960), assim fundando o grupo Wailing Wailers. Depois que Marley retornou dos Estados Unidos em 1966, os três passaram a se envolver com a religião rastafári, mudando o nome da banda para The Wailers.

Eles conseguiram um contrato com a Island Records, lançando os álbuns Catch a Fire em 1972 e Burnin' em 1973. Neste mesmo ano, Tosh se envolveu em um sério acidente automobilístico. Seu carro caiu de uma ponte, matando sua namorada e deixando Tosh com uma fratura grave no crânio. Ele sobreviveu, mas tornou-se uma pessoa ainda mais difícil de se lidar. Depois que o presidente da Island, Chris Blackwell, recusou-se a lançar seu disco solo em 1974, Tosh e Bunny deixaram os Wailers, citando o tratamento injusto que recebiam de Blackwell, que Tosh chamava de "pior que os brancos".

Dois anos mais tarde, Tosh lançou seu primeiro disco solo. O hit Legalize It rapidamente se tornou um hino a favor da liberação da maconha e não demorou para causar polêmica. Foi proibido nas rádios jamaicanas - apesar de ser um dos singles mais vendidos da história do país. Em 1978, durante um show no One Love Peace Concert, ele fez um discurso contra o premiê da Jamaica e foi agredido violentamente pela polícia

Já na decada de 70 lançou os discos Bush Doctor e Mystic Man e, em 1981, lançou Wanted Dread And Alive, álbuns que não foram muito aclamados pelo público. Os três álbuns foram lançados pela gravadora dos Rolling Stones, a Rolling Stones Records. Mick Jagger e Keith Richards, dos Rolling Stones, participaram das gravações de Bush Doctor, incluindo o dueto de Jagger com Tosh Don't look back, uma regravação de um sucesso de 1965 do grupo vocal estadunidense The Temptations. Em 1981, Tosh atuou no videoclipe da música Waiting on a friend, dos Rolling Stones. Depois do lançamento de Mama Africa em 1983 (onde está incluído o seu maior sucesso, a regravação da canção clássica do roqueiro norte-americano Chuck Berry, Johnny B. Goode), Eric Clapton também era um grande fã do jamaicano e os dois gravaram juntos a música Watch You, ele entrou num autoimposto exílio, procurando auxílio espiritual de curandeiros africanos enquanto tentava se livrar de um contrato de distribuição de seus discos na África do Sul.

Em 1987 Peter recebeu o Grammy "Melhor performace de Reggae", pelo album No Nuclear War.

A AFRICA COMO PATRIA ABSOLUTA

Peter Tosh considerava-se um Africano deslocado. Ele conceituava o grande continente como um estado de espírito, o que significa que ele poderia viver sua Africaness sem nunca ir lá. Ao mesmo tempo, porém, Peter relacionado com a África em sua realidade. Ele viu-o como um continente abençoado com magnífica história, majestade e tradição, ainda, cercado de derramamento de sangue, os conflitos étnicos e a pobreza, que ele atribuiu aos efeitos duradouros da exploração colonial e opressão.

Tosh amou a Jamaica, que ele apelidou de “Jah mek yah”, e considerada a ilha de seu nascimento um pedaço da África à tona no Caribe. Em uma entrevista, ele afirmou resolutamente. “O futuro comigo está na África. Minha canção quer dizer Mama África, que está apenas dizendo, África estou voltando para casa".

Tosh tomou uma posição contra os governos de supremacia branca do Sul e do Oeste da África e seus aliados ocidentais. Ele apoiou abertamente o Congresso Africano Nacionalista (ANC) e os movimentos de resistência Sul organização de povos do Oeste Africano (SWAPO). Como reação, Tosh compôs e gravou seu álbum seminal, Equal Rights em 1977. A poderosa canção-título foi programado com ” Hundred Years, Get Up Stand Up, Downpressor Man and Apartheid, expressou seu apoio para a libertação Africana e suas preocupações para o mundo de oprimidos.

POLITICA
Tosh não tinha medo de estar na linha de frente. Em 1967, ele foi preso fora da Alta Comissão britânica em Kingston protestando de Ian Smith tomada ao longo da antiga Rodésia, agora o estado Sudoeste Africano do Zimbabwe. E ele nunca desistiu da música como sua arma principal. Canções como African, Mama África, e I am Going Home, são outros exemplos de reações gravadas de Tosh para a África e a sua libertação. Na campanha eleitoral de 1980, e apesar de Marley tendo previamente gravado (1976) por ter concordado em realizar na Jamaica Smile Show, que foi percebida como um gesto político, Tosh concebido e encenado a consciência 2 concertos da Juventude, no Jamaica Casa Fundamentos e em Fort Clarence. Era a sua maneira de se comunicar com a juventude, tanto como uma reprimenda a afastar-se tribalismo e violência partidária e para eles apoiar o que ele pensou que a opção mais progressiva oferecida .

 TEMPERAMENTO
No lado mais leve, o que é desconhecido pela maioria, é que Peter Tosh tinha um grande senso de humor. Ele era jovem no coração e tão engraçado quanto qualquer comediante stand up, ou que ele passou algum tempo a compra de brinquedos e gadgets associados com a cultura e as atividades da juventude para seu próprio uso. Então, skates, patins, estilingues, Electric Motorcars, unicycles e ciclos layback (os dois mais crescido de seus muitos brinquedos) eram mais precioso e vigiado. Ele também amava animais e peixes mantidos, uma variedade de coelhos, porquinhos da índia, hamsters e aves. Seu favorito era Freddie, o papagaio. Uma vez que eu tinha que falar Peter fora de retornar de uma turnê européia com um chimpanzé de estimação, para mim, foi uma realização monumental, uma vez que era praticamente impossível falar com ele sobre algumas coisas, incluindo a «bater à porta” com os hamsters a partir de um turnê anterior. 

SOBRE SUA MORTE

No entanto, no dia 11 de setembro (1987), logo após Tosh retornar à Jamaica, uma gangue de três homens invadiu sua casa exigindo dinheiro. Tosh disse que não tinha, mas os três homens não acreditaram nele e permaneceram por várias horas na casa, torturando Tosh. Quando amigos de Tosh começaram a chegar à casa para cumprimentá-lo pelo seu retorno, a gangue ficou ainda mais nervosa e terminou por disparar, matando Tosh e os disc jockeys Doc Brown e Jeff “Free I” Dixon. O líder da gangue era Dennis “Leppo” Lobban, um homem de quem Peter Tosh havia ficado amigo e ajudado até mesmo a encontrar um emprego, depois de cumprir uma longa sentença na prisão. Leppo se entregou para as autoridades, foi julgado e condenado na mais curta deliberação de jurados da história da Jamaica: onze minutos. Foi condenado à morte, porém sua sentença foi alterada para prisão perpétua em 1995 e ele continua até hoje na cadeia.Nenhum de seus dois cúmplices foi jamais identificado.

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