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O reggae não é pra se ouvir é pra se sentir, quem não o sente não o conhece. (Bob Marley)

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terça-feira, 2 de agosto de 2016

Especial Bandas - Raiz Tribal




Todos sabemos o quanto nós maranhenses gostamos de reggae, esse gosto é tão grande que essa cultura já está enraizada em nosso dia a dia. O resultado não poderia ser outro somos considerada a “Jamaica Brasileira”, e com isso muitos admiradores foram sendo conquistados por esses sons . Nos dias atuais são diversos os modos em que se demonstram essa paixão, radiolas, bandas, produção independentes, shows internacionais, etc...
Dessa forma começam a surgir bandas que com o tempo vão  ganhado reconhecimento dentro e fora do estado, e hoje mostraremos um pouco da historia da banda Raiz Tribal.

Gill Enes e Keké Enes
Raiz Tribal tem como herança a paixão pelo reggae vinda de uma das principais bandas de reggae do país, a maranhense Tribo de Jah. Gill Enes e Keké Enes são filhos de Netto Enes (guitarrista e vocalista da Tribo de Jah), Leo Rabelo é filho de Aquiles Rabelo (baixista e vocalista da Tribo de Jah) e pra fechar o time de feras Felipe Moreno é filho de Nengo Vieira (um dos maiores nomes do reggae da Bahia).
De pai para filho e depois para os palcos à fora assim foi a tragetória da banda que existe há 14 anos, começaram tudo em São Paulo fazendo o caminho de volta para não perderem os laços com a cena musical maranhense.

Mesmo com o DNA da Tribo de Jah a Raiz Tribal nesses 14 anos de carreira conquistou a própria identidade, tocou ao lado de bandas e cantores nacionais (Cidade Negra, Tribo de Jah, Natiruts, Chimarruts, O Rappa, Marcelo D2, Nando Reis, Humberto Guessinger...) e internacionais consagrados (Andrew Tosh, Tarrus Riley, Inner Circle...) foi banda de apoio pra nomes de peso como Toni Garrido (Cidade Negra), Fauzi Beydoun (Tribo de Jah), Rafa Machado (Chimarruts), Ras Sparrow, Eric Donaldson (Lenda do reggae mundial) e a eleita melhor cantora de reggae do mundo em 2015, Etana, ganhando assim ainda mais reconhecimento e admiração de quem toca reggae no país.
A banda lançou em 2012 o 3º CD e escolheu a capital para gravar esse projeto que é uma homenagem aos mais de 400 anos de São Luís.
(2005) Reggaeraggarootsskadu

Discografia
(2001) Sintonia (Gravado em Guarulhos/ SP)
(2005) Reggaeraggarootsskadub (Gravado em São Paulo/ SP)
(2012) Novas Trilhas







Novas Trilhas é o nome do 3º disco no qual o repertório foi escolhido a dedo para compor junto a participações especiais uma homenagem aos mais de 400 anos de São Luís. Novas Trilhas conta com grandes nomes da música brasileira assim como Zeca Baleiro na faixa "A Ilha" (música em homenagem a São Luís), Fauzi Beydoun da Tribo de Jah na faixa "Quando o São João Chegar" (releitura da música de autoria do mesmo que se refere a cultura regional e ao estado do Maranhão), Nengo Vieira na faixa "Terra Prometida", músicos da extinta banda Mano Bantu - Moisés Mota (bateria), Jesiel Bieves (teclados) e Celso França (percussão), Israel Dantas (guitarra) de Rita Ribeiro, Jamilson Trindade (vocal) da banda Capital Roots, João Paulo (baixo) e Edson Bastos (guitarra) da banda Legenda e Netto Enes (guitarra) da Tribo de Jah. A gravação deste CD nasce da consciência dos membros da banda Raiz Tribal, que perceberam que é fundamental e necessário compartilhar e registrar uma pequena parte da contribuição artística cultural do nosso estado.

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Feliz dia da Mulher Negra Latino-Americana

Parabéns a todas as mulheres negras, que todas possam ser reconhecidas não só hoje mais todos os dias, todos os dias voçês nos enchem de orgulho, felicidade, amor e carinho.......


quarta-feira, 20 de julho de 2016

Peter Tosh - Lendas do Reggae



NASCIMENTO

Nascido em uma comunidade pobre de Westernmost, Winston Hubert McIntosh - mais conhecido como Peter Tosh - nasceu em 19 de outubro de 1944. Aos 15 anos se mudou para Kingston, capital da Jamaica, onde não demorou muito e conheceu Bob Marley e Bunny Wailer (1960), assim fundando o grupo Wailing Wailers. Depois que Marley retornou dos Estados Unidos em 1966, os três passaram a se envolver com a religião rastafári, mudando o nome da banda para The Wailers.

Eles conseguiram um contrato com a Island Records, lançando os álbuns Catch a Fire em 1972 e Burnin' em 1973. Neste mesmo ano, Tosh se envolveu em um sério acidente automobilístico. Seu carro caiu de uma ponte, matando sua namorada e deixando Tosh com uma fratura grave no crânio. Ele sobreviveu, mas tornou-se uma pessoa ainda mais difícil de se lidar. Depois que o presidente da Island, Chris Blackwell, recusou-se a lançar seu disco solo em 1974, Tosh e Bunny deixaram os Wailers, citando o tratamento injusto que recebiam de Blackwell, que Tosh chamava de "pior que os brancos".

Dois anos mais tarde, Tosh lançou seu primeiro disco solo. O hit Legalize It rapidamente se tornou um hino a favor da liberação da maconha e não demorou para causar polêmica. Foi proibido nas rádios jamaicanas - apesar de ser um dos singles mais vendidos da história do país. Em 1978, durante um show no One Love Peace Concert, ele fez um discurso contra o premiê da Jamaica e foi agredido violentamente pela polícia

Já na decada de 70 lançou os discos Bush Doctor e Mystic Man e, em 1981, lançou Wanted Dread And Alive, álbuns que não foram muito aclamados pelo público. Os três álbuns foram lançados pela gravadora dos Rolling Stones, a Rolling Stones Records. Mick Jagger e Keith Richards, dos Rolling Stones, participaram das gravações de Bush Doctor, incluindo o dueto de Jagger com Tosh Don't look back, uma regravação de um sucesso de 1965 do grupo vocal estadunidense The Temptations. Em 1981, Tosh atuou no videoclipe da música Waiting on a friend, dos Rolling Stones. Depois do lançamento de Mama Africa em 1983 (onde está incluído o seu maior sucesso, a regravação da canção clássica do roqueiro norte-americano Chuck Berry, Johnny B. Goode), Eric Clapton também era um grande fã do jamaicano e os dois gravaram juntos a música Watch You, ele entrou num autoimposto exílio, procurando auxílio espiritual de curandeiros africanos enquanto tentava se livrar de um contrato de distribuição de seus discos na África do Sul.

Em 1987 Peter recebeu o Grammy "Melhor performace de Reggae", pelo album No Nuclear War.

A AFRICA COMO PATRIA ABSOLUTA

Peter Tosh considerava-se um Africano deslocado. Ele conceituava o grande continente como um estado de espírito, o que significa que ele poderia viver sua Africaness sem nunca ir lá. Ao mesmo tempo, porém, Peter relacionado com a África em sua realidade. Ele viu-o como um continente abençoado com magnífica história, majestade e tradição, ainda, cercado de derramamento de sangue, os conflitos étnicos e a pobreza, que ele atribuiu aos efeitos duradouros da exploração colonial e opressão.

Tosh amou a Jamaica, que ele apelidou de “Jah mek yah”, e considerada a ilha de seu nascimento um pedaço da África à tona no Caribe. Em uma entrevista, ele afirmou resolutamente. “O futuro comigo está na África. Minha canção quer dizer Mama África, que está apenas dizendo, África estou voltando para casa".

Tosh tomou uma posição contra os governos de supremacia branca do Sul e do Oeste da África e seus aliados ocidentais. Ele apoiou abertamente o Congresso Africano Nacionalista (ANC) e os movimentos de resistência Sul organização de povos do Oeste Africano (SWAPO). Como reação, Tosh compôs e gravou seu álbum seminal, Equal Rights em 1977. A poderosa canção-título foi programado com ” Hundred Years, Get Up Stand Up, Downpressor Man and Apartheid, expressou seu apoio para a libertação Africana e suas preocupações para o mundo de oprimidos.

POLITICA
Tosh não tinha medo de estar na linha de frente. Em 1967, ele foi preso fora da Alta Comissão britânica em Kingston protestando de Ian Smith tomada ao longo da antiga Rodésia, agora o estado Sudoeste Africano do Zimbabwe. E ele nunca desistiu da música como sua arma principal. Canções como African, Mama África, e I am Going Home, são outros exemplos de reações gravadas de Tosh para a África e a sua libertação. Na campanha eleitoral de 1980, e apesar de Marley tendo previamente gravado (1976) por ter concordado em realizar na Jamaica Smile Show, que foi percebida como um gesto político, Tosh concebido e encenado a consciência 2 concertos da Juventude, no Jamaica Casa Fundamentos e em Fort Clarence. Era a sua maneira de se comunicar com a juventude, tanto como uma reprimenda a afastar-se tribalismo e violência partidária e para eles apoiar o que ele pensou que a opção mais progressiva oferecida .

 TEMPERAMENTO
No lado mais leve, o que é desconhecido pela maioria, é que Peter Tosh tinha um grande senso de humor. Ele era jovem no coração e tão engraçado quanto qualquer comediante stand up, ou que ele passou algum tempo a compra de brinquedos e gadgets associados com a cultura e as atividades da juventude para seu próprio uso. Então, skates, patins, estilingues, Electric Motorcars, unicycles e ciclos layback (os dois mais crescido de seus muitos brinquedos) eram mais precioso e vigiado. Ele também amava animais e peixes mantidos, uma variedade de coelhos, porquinhos da índia, hamsters e aves. Seu favorito era Freddie, o papagaio. Uma vez que eu tinha que falar Peter fora de retornar de uma turnê européia com um chimpanzé de estimação, para mim, foi uma realização monumental, uma vez que era praticamente impossível falar com ele sobre algumas coisas, incluindo a «bater à porta” com os hamsters a partir de um turnê anterior. 

SOBRE SUA MORTE

No entanto, no dia 11 de setembro (1987), logo após Tosh retornar à Jamaica, uma gangue de três homens invadiu sua casa exigindo dinheiro. Tosh disse que não tinha, mas os três homens não acreditaram nele e permaneceram por várias horas na casa, torturando Tosh. Quando amigos de Tosh começaram a chegar à casa para cumprimentá-lo pelo seu retorno, a gangue ficou ainda mais nervosa e terminou por disparar, matando Tosh e os disc jockeys Doc Brown e Jeff “Free I” Dixon. O líder da gangue era Dennis “Leppo” Lobban, um homem de quem Peter Tosh havia ficado amigo e ajudado até mesmo a encontrar um emprego, depois de cumprir uma longa sentença na prisão. Leppo se entregou para as autoridades, foi julgado e condenado na mais curta deliberação de jurados da história da Jamaica: onze minutos. Foi condenado à morte, porém sua sentença foi alterada para prisão perpétua em 1995 e ele continua até hoje na cadeia.Nenhum de seus dois cúmplices foi jamais identificado.

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Princesa - Reggae Roots SLZ 3/Jul

Queridos leitores venho agradecer a cada um de vós que nos prestigiam a cada dia, e que o blog continuara crescendo e inovando graças a força de voçes.
O resultado disso está nessa edição da Princessa R.R.SLZ, pois temos hoje uma especial leitora brasileira que reside na Alemanha.

Laura Silvia, brasileira,mora na cidade de Colônia - Renânia do Norte-Vestfália ou (Nordrhein-Westfalen em alemão), idade 34, e  apaixonada pela leitura,e de muita personalidade que  pode ser comprovada em suas palavras:

 "Comece uma revolução, ignore as revistas, ignore os padrões, e ame todos os dias o que você vê no espelho!"

Participe voçe tambem, entre em contato.

*Acompanhe todas as imagens na pagina de Fotos
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quarta-feira, 13 de julho de 2016

Lançamento da música nova da banda Raiz Tribal

 Raiz Tribal em São Luis 09/07 (Fotos: Ribamar Nascimento)

Banda Raiz Tribal lançou uma de suas músicas novas em um show na Cidade de São Luis, a música chamada, Pare!, tem como mensagem principal a situação vivida pelas pessoas na atualidade, também aborda temas que ocupam o primeiro lugar em meios de comunicações, tais como: religião, drogas entre outros assuntos.
Em conversa com Gil Enes (vocalista e autor das letras) ele explica um pouco mais a respeito:

Confira o vídeo na nossa pagina no facebook: ReggaeRootsSLZ


RRSLZ:
-Qual a mensagem que a banda quer repassar ao publico?

Gil enes:
-A música retrata a condição atual da população indiferente do lugar, seja Norte, Sul, Leste ou Oeste. E também é uma crítica aos compositores, cantores e bandas de reggae no Brasil, que em quase sua totalidade só sabem abordar esse assunto onde a religião rastafari "é a que salva e é a certa" (como todas as outras), o uso da maconha deixou de ser tabú assim como outras drogas e a "babilonia" é a culpada de toda a injustiça que presenciamos hoje em dia...

RRSLZ:
- Essa vai ser a musica de trabalho para o próximo disco ?

Gil enes:
 -Ainda não sabemos, (risos) difícil escolher, temos outras já quase prontas que também são boas pra trabalhar...

RRSLZ:
- E como estão as gravações e preparação para o próximo disco?

Gil enes:
- Esse disco parte da idéia do Projeto:

RaizTribal
JAMaicaSession
(Live in Studio)

Queremos lançar também em vinil, além de imagens para internet (dvd), as gravações serão feitas dentro do estúdio, (vai ser um show, dentro do estúdio onde captaremos o áudio original para o disco e as imagens com o mínimo de cortes)... Assim é feito na Jamaica, as bandas gravam o disco tocando ao vivo, depois vão lá e acertam uma coisa ou outra... com alguns convidados...
Essa é a nossa idéia!
O disco mais otimista da nossa história!
(risos).

Enquanto isso a banda apresentou a música em um show, no sábado dia (09/07), e com casa cheia, mostrando que sua músicas conquistam cada vez mais fãns, seguindo os exemplos de seu pai.


Princesa - Reggae Roots SLZ 2/Jul

Leitores do blog R.R.SLZ, apresentamos com alegria e (e um pouquinho de atraso) nossa participante da semana a "Princessa do R.R.SLZ".
E nossa participante dessa semana é Brenda, 22 anos, consultora de vendas, estudante de fisioterapia...
Tenham uma ótima semana na companhia da princesa RRSLZ desta semana.....

 Pra quem que curtir ou aconpanha-la....
Face: Brenda Costa
Instagram: brendacosstta

Voçê que quer ser participante do quadro entre em contato pelo nosso
 Whatsapp: (98) 999767055,
 ou deixe sua mensagem na nossa Fanpage no facebook @ReggaeRootsSLZ

Valeu!!! 








segunda-feira, 4 de julho de 2016

Princesa - Reggae Roots SLZ 1/Jul

Amigos leitores, é com imenso prazer que começaremos o mês de julho com uma eximia representante do reggae, além de sua beleza, sua contribuição a cultura reggae como Dj deixa bem claro que estamos muito bem representado.
Apresentamos Tarssila D'Paula, essa dj que vem crescendo no movimento reggae no MA, irá essa semana mostrar um pouco da sua beleza... e nos fazer companhia, enquanto vc curti nossas publicações.


"Me chamo Tássila D'Paula, nascida e criada em São Luís do Maranhão, a Jamaica Brasileira..
Comecei a trabalhar faz três anos como Dj..
Mas, já venho desde criança nesse movimento reggae.. Sou louca e apaixonada por reggae...A minha vida se resume em fazer o povo sentir o que é reggae, viajar nas melhores sensações da vida, sentir a Vibe e esquecer nem que seja por uns minutos os problemas da vida"

 Sigam.

Instagram: @dj_tassila
Facebook: D'Paula Santos
                  D'Paula Santos II

e com suas palavras deixo vcs a companhia da dj.... Boa semana!