Ola caros leitores e amigos, essa semana temos uma convidada especial, uma pessoa dificil de descrever, sem coméntarios.
Cyntia Sá é representante comercial de uma marca de sapatos, esposa e mãe de dois filhos lindos, esbanja beleza por onde passa e é detentora de um carisma e sorriso contagiante.
O Blog R.R.SLZ aproveita e parabeniza Eduardo seu filho mais velho, que está fazendo aniversario amanha 28/06.
frase
O reggae não é pra se ouvir é pra se sentir, quem não o sente não o conhece. (Bob Marley)
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Agenda RECSLZ
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segunda-feira, 27 de junho de 2016
quarta-feira, 22 de junho de 2016
A FORÇA DA MULHER NA CULTURA REGGAE
Sobre o silenciamento das cantoras de reggae em CDs comercializados em São Luís/MA
Por: Franci Shakur Shakur
Como mulher preta periferada, amante e pesquisadora de reggae roots, comecei a procurar por reggaes interpretados por mulheres em alguns CDs que vem sendo vendidos na Jamaica brasileira, o resultado levantado impressiona!
Por: Franci Shakur Shakur
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| Album “Black Woman” de Judy Mowatt |
Como mulher preta periferada, amante e pesquisadora de reggae roots, comecei a procurar por reggaes interpretados por mulheres em alguns CDs que vem sendo vendidos na Jamaica brasileira, o resultado levantado impressiona!
Dos 6 (seis) CDs que
ouvi (30 anos de Reggae; Reggae Time 1, Reggae Time 2, Reggae Time 3,
Reggae Time 4 e Reggae do Vinil,) apenas o último (Reggae do Vinil) têm
duas músicas interpretadas pela cantora Sonya Spence, nos demais somente
homens estão cantando.
A maioria desses CDs contém entre 20 e 24 faixas e apenas uma das várias mulheres cantoras de reggae aparece. Sabemos que na história do reggae jamaicano existe uma importante produção feminina, mas onde está a contribuição dessas mulheres? Onde está a contribuição de Rita Marley, Marcia Grifits, Judy Mowatt, Donna Marie, Hortense Hellis, Althea & Donna, Janet Kay, Dezaire dentre outras?
Isso demonstra que há um silenciamento da produção feminina quando da escolha das músicas que irão compor esses CDs, que a nosso ver é reflexo do lugar dado a nossas mulheres, em sua maioria pretas na sociedade em geral, as que ganham menos que homens sejam pretos ou brancos, as que são objetificadas, tratadas com objeto sexual, como apontam indicadores sociais do IBGE e do IPEA por exemplo.
É assustador o silenciamento da produção das nossas mulheres, quando a história de muitas delas se confunde com a história do reggae roots jamaicano ou inglês, a exemplo de Rita Marley, Márcia Griffiths e Judy Mowatt que começaram como “backing vocals”, ganharam espaço e se tornaram grandes vozes do reggae music. Quando não divulgamos suas músicas seja em CDs ou nos salões de reggae estamos apagando a sua própria história. É preciso combater a invisibilidade das nossas mulheres cantoras de reggae, elas cantam o amor, a paz, a liberdade, a resistência. Suas vozes precisam ecoar.
A figura do produtor, do DJ e de quem produz um cd como esse tem poder, é ele quem decide entre o que divulgar ou não e também entre o que tocar ou não. Nesse sentido é importante nós mulheres regueiras(cantoras, produtoras, djs e amantes do reggae) ocuparmos esses espaços para falar e discutir sobre o lugar da mulher na sociedade e na música reggae como forma contribuir para a superação desse silenciamento oriundo de um machismo que não se dá apenas no reggae, mas é estrutural da sociedade brasileira. Mas, sobretudo, é importante que nós mulheres possamos ser a própria enunciadora dessas vozes e subjetividades. Por isso a importância de cada vez mais mulheres nos espaço de decisão e produção na cena reggae maranhense.
A maioria desses CDs contém entre 20 e 24 faixas e apenas uma das várias mulheres cantoras de reggae aparece. Sabemos que na história do reggae jamaicano existe uma importante produção feminina, mas onde está a contribuição dessas mulheres? Onde está a contribuição de Rita Marley, Marcia Grifits, Judy Mowatt, Donna Marie, Hortense Hellis, Althea & Donna, Janet Kay, Dezaire dentre outras?
Isso demonstra que há um silenciamento da produção feminina quando da escolha das músicas que irão compor esses CDs, que a nosso ver é reflexo do lugar dado a nossas mulheres, em sua maioria pretas na sociedade em geral, as que ganham menos que homens sejam pretos ou brancos, as que são objetificadas, tratadas com objeto sexual, como apontam indicadores sociais do IBGE e do IPEA por exemplo.
É assustador o silenciamento da produção das nossas mulheres, quando a história de muitas delas se confunde com a história do reggae roots jamaicano ou inglês, a exemplo de Rita Marley, Márcia Griffiths e Judy Mowatt que começaram como “backing vocals”, ganharam espaço e se tornaram grandes vozes do reggae music. Quando não divulgamos suas músicas seja em CDs ou nos salões de reggae estamos apagando a sua própria história. É preciso combater a invisibilidade das nossas mulheres cantoras de reggae, elas cantam o amor, a paz, a liberdade, a resistência. Suas vozes precisam ecoar.
A figura do produtor, do DJ e de quem produz um cd como esse tem poder, é ele quem decide entre o que divulgar ou não e também entre o que tocar ou não. Nesse sentido é importante nós mulheres regueiras(cantoras, produtoras, djs e amantes do reggae) ocuparmos esses espaços para falar e discutir sobre o lugar da mulher na sociedade e na música reggae como forma contribuir para a superação desse silenciamento oriundo de um machismo que não se dá apenas no reggae, mas é estrutural da sociedade brasileira. Mas, sobretudo, é importante que nós mulheres possamos ser a própria enunciadora dessas vozes e subjetividades. Por isso a importância de cada vez mais mulheres nos espaço de decisão e produção na cena reggae maranhense.
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| Fabiana Rasta, icone da cena Reggae do Ma. |
sexta-feira, 17 de junho de 2016
Princessa do Reggae - 20/06
Ela que é dançarina do Grupo Sant Louis, 31 anos, diretamente do bairro Liberdade, Maria Saint Louis.
Maria é lider do grupo de dança Sant Louis, um do mais influentes e reconhecidos grupos de dança reggae de São Luis, na qual faremos uma materia exclusiva em breve, tambem muito conhecida na sociedade reggueira de são luis, e hoje estamos honrado em té-la aqui abrilhantando com sua graça e beleza...
Durante uma semana as fotos da "Princesa do Reggae" ficará em exposição na pagina.
Sigam:
Facebook Maria Saint Louis
Rockers It's dangerous - 1977
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| Breve você poderá assistir aqui no R.R.SLZ |
Comédia dirigida por Ted Bafaloukos sobre o cotidiano de um músico de reggae, que tenta ganhar dinheiro e se estabelecer no mercado musical. Destaque para a trilha sonora, com canções de Peter Tosh, Bunny Wailer e Gregory Isaacs, entre outros. Rockers é imperdível. É mais; é impagável. Espécie de Robin Hood, em terras tropicais, onde o herói é na verdade, um anti-herói acrescido de carisma e suingue a toda prova. Leroy "Horsemouth" Wallace é o protagonista de uma trama picaresca, que serviu, nas mãos do competente - e mais tarde conceituado - diretor Theodore Bafaloukos, para disseminar, em terras ianques, o reggae produzido na Jamaica. O roteiro gira em torno das desventuras de Horsemouth, um baterista jamaicano que é levado, entre situações cômicas e inacreditáveis, a tornar-se o tal anti-herói. Rockers é o filme essencial do fã do estilo imortalizado por Bob Marley, Peter Tosh, entre outros, e uma oportunidade de acompanhar a gênese de um cenário que a partir daí seria símbolo de boa música e da religião rastafári. Além de um filme engraçadíssimo, repleto de atuações surpreendentes, destaca-se a participação de grandes nomes do reggae como Robbie Shakespeare, Peter Tosh e o genial caloteiro Lee Perry, entre outros. O DVD traz, como extra, 7 canções jamais lançadas da Rockers All-Star Band, além de fotos da gravação, biografias dos atores e músicos e um breviário da história da Jamaica e sua música dileta. Como peculiar lembrete, este lançamento da Trama vem com uma espécie de dicionário de jargões e gírias usadas pelos personagens na película.
sexta-feira, 10 de junho de 2016
Show Wayne Wade
É amanha galera show com um dos icones da musica jamaicana Wayne Wade. Será no porto da Gabi.
Meia entrada para ESTUDANTE, PROFESSOR, DOADOR DE SANGUE, IDOSO e DEFICIENTE.
Show "LADY", com Wayne Wade, neste sábado (VÉSPERA do DIA dos NAMORADOS) no Porto da Gabi.
Preços e locais de venda do 2º lote:
Espaço PAZ (Pista): R$ 30 (meia 15,00 e Casadinha: R$ 50)
Espaço AMOR (Front): R$ 40 (meia R$ 20 e Casadinha: R$ 70)
BILHETERIA DIGITAL / LOJA PAPOS E SAPATOS / LOJAS OVERALL / LOJA PLANETA VINYL e ESCOLA DE DANÇA EXPRESSAR
Meia entrada para ESTUDANTE, PROFESSOR, DOADOR DE SANGUE, IDOSO e DEFICIENTE.
Show "LADY", com Wayne Wade, neste sábado (VÉSPERA do DIA dos NAMORADOS) no Porto da Gabi.
Preços e locais de venda do 2º lote:
Espaço PAZ (Pista): R$ 30 (meia 15,00 e Casadinha: R$ 50)
Espaço AMOR (Front): R$ 40 (meia R$ 20 e Casadinha: R$ 70)
BILHETERIA DIGITAL / LOJA PAPOS E SAPATOS / LOJAS OVERALL / LOJA PLANETA VINYL e ESCOLA DE DANÇA EXPRESSAR
segunda-feira, 16 de maio de 2016
Princessa R.R.SLZ
Não há nada melhor do que começar a semana em companhia dela, Kaliane Almeida, empresaria no ramo da beleza, dona de um sorriso encantador e uma alegria contagiante, estará essa semana nos encantando com sua beleza...
Obrigado
Facebook: Kaliane Almeida
Instagram: estacao_hair
Obrigado
Facebook: Kaliane Almeida
Instagram: estacao_hair
quinta-feira, 5 de maio de 2016
The Abyssinians
The Abyssinians é um grupo de reggae jamaicano composto por Bernard Collins, Donald Manning e Lynford Manning. Eles também foram influenciados por um terceiro irmão de Donald e Lynford, Carlton. Abissínia é outro nome para a Etiópia, e muitas vezes suas letras contêm amárico, língua etíope.
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| Abyssinians London |
The Abyssinians começou a tocar música muito mais cedo do que o lançamento de seu primeiro álbum. No entanto, o álbum Satta Massagana também é conhecida como Forward Unto Zion, embora ele não contém as últimas quatro canções. Nós vamos chegar ao seu significado quando se discute a faixa-título. A "Declaração de Direitos" diz a todos os irmãos e irmãs para "levantar e lutar por seu direito". "Trouxe-nos
longe da civilização, nos trouxe ao escravo nesta grande plantação",
enquanto estamos a "agitação e lutando entre nós". O que se segue é uma faixa acompanhados pela flauta de ser enviar para a Terra por 'O Bom Deus'. Como
mencionado anteriormente, uma versão diferente deste álbum é conhecido
pelo nome de "Forward Unto Sião", um apelo aos líderes e chefes da
sociedade, para libertar todos do cativeiro a ser enviado para Sião. O Reggae forte bate continua e nós ouvimos que "amanhã será a deixar", por isso "conhecer Jah Today '. Eu pessoalmente sempre amei o álbum a faixa 'Abendigo'. A
canção é sobre a história da Bíblia de Sadraque, Mesaque e Abede-Nego,
que foram jogados em uma fornalha de fogo por causa de sua posição para
servir exclusivamente o seu próprio Deus. Eles foram, então, salvo por um anjo, o quarto da fornalha. Na trilha também ouvi-los cantar "Yim Mas Gan", que é o amárico para "deixá-lo ser louvado". É também o nome da sexta faixa. Em muitas versões do álbum da trilha é chamado de 'Y Mas Gan', mas eles originalmente lançaram o single como "Yim Mas Gan '. Eles fazem a pergunta por que os homens negros sempre deve suar e tensão, em 'Black Man Strain'. A
faixa-título deste álbum tornou-se um hino Reggae em todo o mundo,
sendo coberto e amostradas várias vezes, "Satta Massagana", que
significa "dar graças" em amárico. O filme Rockers abre com uma versão Nyahbinghi desta canção. A linha 'I E I' é infinitamente repetido na canção que leva esse mesmo nome. 'Raça
Africano "tem uma introdução acústica e esta pista é muitas vezes
acompanhada por um som de assobio alto, que foi reduzido nas Roots
Reggae Biblioteca. The Abyssinians canta sobre seus antepassados que foram levados em navios, vinculados por algemas. Eles
são descendentes de escravos, "Eu falo amárico, minha irmã fala suaíli,
eles nos colocaram juntos agora é por isso que não podemos
compreender". Cantarolando, The Abyssinians cantar "Leggo Beast ', também conhecido como" mau Men'. A canção é uma história de discriminação racial. Como
Israel Vibration faz em 'bola de fogo' na mesma música, The Abyssinians
cantar sobre a Etiópia descuidada em 'Peculiar Number'. Uma batida Reggae muito oldskool é ouvida em 'Razão Time', onde o amor para seus irmãos e irmãs é propagado. Em vez de agitação e da lutar devemos avançar cantando. Embora seja o fim do álbum, "This Is Not The End 'é o nome da última faixa. Para
prolongar o final ainda mais, o controle sobre as Roots Reggae
Biblioteca é uma versão mais longa da música que caracteriza geralmente
em Satta Massagana. Existem duas versões desta canção. O
normalmente encontrado na Satta Massagana é chamado de 'There Is No End', a
versão mais longa é conhecido como "This Is Not The End '.Fonte Original.Roots Reggae Library
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